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Renault Group entrega performance robusta, confirma perspectivas financeiras pra 26
Hoje, 08:56
Resposta: #1
Renault Group entrega performance robusta, confirma perspectivas financeiras pra 26
Renault Group entrega performance robusta, confirma perspectivas financeiras (guidance) para 2026 e implementa rapidamente o plano estratégico futuREa

Forte elevação do faturamento no 1º semestre de 2026, alavancada tanto pela Divisão Automotiva como pela Mobilize Financial Services (MFS):
Faturamento do Grupo de 30,3 bilhões de euros, em alta de 9,5% e 10,3% com taxas de câmbio constantes[1], em comparação com o 1º semestre de 2025
Faturamento da Divisão Automotiva de 26,8 bilhões de euros, em alta de 9,3% e 10,2% com taxas de câmbio constantes1 em comparação com o 1º semestre de 2025
Faturamento da MFS de 3,4 bilhões de euros, em alta de 11,0% e 11,5% com taxas de câmbio constantes1 em comparação com o 1º semestre de 2025
Sólida margem operacional do Grupo de 1,6 bilhão de euros, para 5,2% do faturamento do Grupo:
Margem operacional da Divisão Automotiva de 0,8 bilhão de euros, para 3,0% do faturamento da Divisão Automotiva
Margem operacional da MFS de 0,8 bilhão de euros
Resultado líquido de 0,7 bilhão de euros.
Fluxo de caixa livre[2] da Divisão Automotiva elevado de 653 milhões de euros, incluindo 250 milhões de euros de dividendos recebidos da Mobilize Financial Services (em comparação com 150 milhões de euros no 1º semestre de 2025)
Posição líquida financeira da Divisão Automotiva de 6,6 bilhões de euros em 30 de junho de 2026
Performance comercial das marcas da Divisão Automotiva do Grupo:
Marca Renault na Europa[3]: número 2 em VP+VU[4], nº 2 em veículos elétricos no varejo, nº 2 em híbridos (HEV)
Dacia na Europa3: top 10 das marcas mais vendidas em veículos de passeio, nº 3 em vendas no varejo; o Sandero é o veículo de passeio mais vendido, considerando todos os canais
Alpine: vendas em alta de 69,1% em comparação com o 1º semestre de 2025
Sustentado pela forte dinâmica das vendas de veículos elétricos, o Renault Group está acelerando em eletrificação[5]. O mix das vendas de veículos eletrificados na Europa[6] atingiu 52,0% no 1º semestre de 2026, em alta de 8,2 pontos em comparação com o 1º semestre de 2025:
As vendas de veículos elétricos aumentaram 47,6% e representam 18,8% das vendas do Grupo no 1º semestre de 2026 (em alta de 6,5 pontos em comparação com o 1º semestre de 2025.
As vendas de híbridos[7] representam um terço das vendas do Grupo no 1º semestre de 2026, em alta de 1,6 ponto em comparação com o 1º semestre de 2025
Fora da Europa[8], em VP + VU[9], o Renault Group está fortalecendo posições em mercados estratégicos, graças à alta das vendas da marca Renault pelo segundo ano consecutivo (+2,8%). As vendas do Grupo estão em crescimento na Índia (+61,2%), Turquia (+15,4%), Marrocos (+13,7%) e no Brasil (+5,3%)
Sólida carteira de pedidos na Europa, para 2,1 meses de vendas previstas
Estoques totais de 546.000 unidades em 30 de junho de 2026, um nível de estoques que vai permitir uma gestão das operações de maneira fluida pelo Grupo no segundo semestre
Em um cenário difícil, o Renault Group confirma suas perspectivas financeiras para 2026:
Margem operacional do Grupo de aproximadamente 5,5% do faturamento do Grupo
Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva de aproximadamente 1,0 bilhão de euros
A redução de custos continua sendo uma prioridade-chave em 2026 e nos próximos anos. O Grupo continua implementando medidas para atenuar o impacto da crise no Oriente Médio nos custos das matérias-primas, energia e logística.
As ações de redução dos custos variáveis das vendas (COGS) estão dando frutos e estão em linha com as ambições definidas pela estratégia futuREady. Vale lembrar que o Grupo visa a reduzir os custos variáveis (COGS) em aproximadamente 400 euros por ano em média por veículo, em médio prazo.
Os custos fixos em caixa foram mantidos em nível estável em comparação com o 1º semestre de 2025. Vale lembrar que o Grupo visa manter uma base estável de custos fixos em caixa em médio prazo.



François Provost, CEO do Renault Group, declarou:

‘Nossa performance robusta do 1º semestre demonstra que o futuREady é muito mais que um plano estratégico. O futuREady se tornou nossa nova forma de atuar. O futuREady é um plano com foco no crescimento, que já está entregando seus primeiros resultados tangíveis, conforme demonstrado pela alta de 10% do faturamento, graças à forte dinâmica de produtos do plano futuREady. No primeiro semestre, lançamos os modelos Clio VI e Twingo E-Tech elétrico na Europa, bem como o Boreal e o Duster nos mercados internacionaisx, todos equipados com motorizações eletrificadas. Esta dinâmica vai se acelerar no segundo semestre com o lançamento da picape Renault Niagara nos mercados fora da Europa, do Novo Renault Mégane E-Tech, Dacia Striker, Dacia Sandero HEV e Novo Dacia Spring, enquanto a produção do primeiro Veículo Definido por Software europeu, o furgão Trafic Van E-Tech, vai começar antes do fim do ano. O futuREady está no coração de todas as nossas ações e está sendo implementado em todo o Grupo para transformar nossa história de sucesso em um sistema de sucesso. A evolução da organização de nossa engenharia está sendo implementada, permitindo uma tomada de decisão mais rápida, e o ciclo de desenvolvimento de um veículo em dois anos se tornou nosso novo padrão. Graças a uma execução rigorosa, atingimos nossa ambição de redução de custos no primeiro semestre e, no difícil cenário atual, a solidez de nossas bases nos permite entregar uma rentabilidade e um fluxo de caixa livre robustos, ao mesmo tempo em que investimos em nosso crescimento futuro. O Grupo se baseia em um modelo econômico virtuoso, graças tanto à performance da Divisão Automotiva como pela nossa financeira cativa de primeiro nível, a Mobilize Financial Services. A MFS constitui uma grande vantagem competitiva, que nos diferencia dos outros atores do nosso setor. Associada à dinâmica de nosso planejamento de produtos e à continuação da implementação do plano futuREady, a qualidade dos nossos resultados do primeiro semestre nos dá a confiança necessária para confirmar nossas perspectivas financeiras para o ano de 2026’.
Resultados financeiros

O faturamento do Grupo atingiu 30.252 milhões de euros, em alta de 9,5% em comparação com o
1º semestre de 2025. Com taxas de câmbio constantes[10], o avanço foi de 10,3%.

O faturamento da Divisão Automotiva ficou em 26.806 milhões de euros, em alta de 9,3% em comparação com o 1º semestre de 2025. Este total inclui -0,9 ponto de efeito negativo do câmbio (-211 milhões de euros) essencialmente associado à desvalorização da lira turca, da libra esterlina e do peso argentino. Com taxas de câmbio constantes1, o avanço foi de 10,2%. Esta evolução é explicada principalmente pelos elementos seguintes:

Um efeito ligeiramente positivo dos volumes de +0,2 ponto. A queda de 0,4% dos emplacamentos foi compensada pela menor desestocagem da rede de concessionárias independentes no 1º semestre de 2026 em comparação com o 1º semestre de 2025. Em 30 de junho de 2026, os estoques totais de veículos novos representavam 546.000 veículos, incluindo 430.000 nas concessionárias independentes e 116.000 no âmbito do Grupo. Este nível de estoques vai permitir uma gestão das operações de maneira fluida pelo Grupo no segundo semestre, que é tradicionalmente mais forte em termos de emplacamentos. O Renault Group prevê estoques totais mais baixos no fechamento de 2026 do que no fechamento de junho de 2026.
Um efeito fortemente positivo das vendas a empresas parceiras de +5,9 pontos. Esta evolução é explicada principalmente pela sólida performance dos programas com nossas empresas parceiras. Este número também inclui evoluções de escopo:
Integração da empresa RNAIPL (Renault Nissan Automotive India Private Ltd.) no escopo da consolidação a partir de 1º de agosto de 2025, para aproximadamente 380 milhões de euros (+1,5 ponto)
Aceleração da distribuição de veículos da Geely no Brasil. A produção local pela joint-venture da Renault do Brasil deve começar neste terceiro trimestre.
Um sólido efeito do mix de produtos de +3,2 pontos, principalmente devido ao sucesso dos veículos elétricos, à fase de transição entre o Clio V e o Clio VI (o Clio VI tem um preço médio de venda mais alto do que o Clio V, mas ainda é inferior à média do Grupo) e em certa medida do furgão Master. Este efeito positivo continuará durante o próximo semestre.
Um efeito positivo dos preços de 0,9 pontos, com aumentos de preços nos mercados fora da Europa para compensar as taxas de câmbio que foram parcialmente compensados pela pressão nos preços na Europa, situação que deve continuar durante todo o ano.
Um mix geográfico negativo de -0,7 ponto, essencialmente associado ao crescimento das vendas fora da Europa, principalmente na Índia e na Turquia.
Um efeito positivo de “Outros” de +0,7 ponto, principalmente devido à queda das vendas com compromisso de recompra para as locações de curta duração.
O Grupo registrou uma margem operacional de 1.567 milhões de euros, para 5,2% do faturamento.

A margem operacional da Divisão Automotiva atingiu 814 milhões de euros, contra 985 milhões de euros no 1º semestre de 2025. Este valor representa 3,0% do faturamento da Divisão Automotiva. Esta evolução é explicada principalmente pelos elementos seguintes:

Um impacto negativo do câmbio de -117 milhões de euros, essencialmente associado à desvalorização da lira turca, da libra esterlina e do peso argentino. O impacto positivo da desvalorização da lira turca nos custos de produção foi compensado pelo aumento dos volumes de vendas do Grupo na Turquia.
Um efeito positivo dos volumes de +95 milhões de euros, beneficiando principalmente das vendas às empresas parceiras.
Um efeito preço/mix/enriquecimento de -425 milhões de euros. Esta evolução reflete o aumento dos custos regulamentares e a pressão comercial, particularmente na Europa, bem como um mix maior de veículos elétricos e a progressão das vendas fora da Europa, principalmente na Índia.
Os custos foram reduzidos em 184 milhões de euros graças a um programa eficaz de gestão dos custos, sustentado por uma forte performance em compras e redução dos custos de garantia em comparação com o ano anterior, que mais que compensaram a inflação das matérias-primas. As ações de redução dos custos variáveis das vendas (COGS) estão dando frutos e estão em linha com as ambições definidas pela estratégia futuREady. Vale lembrar que o Grupo visa reduzir os custos variáveis (COGS) em aproximadamente 400 euros por ano em média por veículo, em médio prazo.
Um efeito positivo de P&D de +87 milhões de euros, principalmente graças ao impacto positivo da capitalização das despesas dos veículos definidos por software, a partir de 1º de março de 2026.
As despesas gerais tiveram um impacto de -39 milhões de euros e o efeito “Outros” atingiu +44 milhões de euros, graças à forte performance das atividades de pós-venda.
A contribuição da Mobilize Financial Services (Financiamento das Vendas) para a margem operacional do Grupo atingiu 753 milhões de euros, em alta de 85 milhões de euros em comparação com o 1º semestre de 2025. Isso é explicado principalmente pela continuidade da forte progressão da atividade de financiamento dos clientes, bem como pela melhoria da margem por contrato de financiamento.

Os outros produtos e despesas operacionais ficaram negativos em -441 milhões de euros e incluem -313 milhões de euros de custos de reestruturação. Vale lembrar que, no 1º semestre de 2025, os outros produtos e despesas operacionais atingiram -10,1 bilhões de euros e integraram a perda não monetária de -9,3 bilhões de euros associada à modificação do tratamento contábil da participação de Renault Group na Nissan, a partir de 30 de junho de 2025.

Após a consideração dos outros produtos e despesas operacionais, o resultado operacional do Grupo ficou em 1.126 milhões de euros, contra -8.404 milhões de euros no 1º semestre de 2025.

O resultado financeiro totalizou -126 milhões de euros, contra -93 milhões de euros no 1º semestre de 2025. Esta variação é explicada principalmente pelo impacto negativo da hiperinflação na Argentina sobre elementos não monetários.

A contribuição das empresas associadas atingiu 0 milhão de euros, contra -2.322 milhões de euros no 1º semestre de 2025, que incluíram -2.331 milhões de euros de contribuição negativa da Nissan. Vale lembrar que, desde 30 de junho de 2025 (data da modificação de tratamento contábil da participação do Renault Group na Nissan), qualquer variação de justo valor da participação na Nissan (calculada com base na cotação em bolsa da Nissan) é diretamente contabilizada como patrimônio líquido, sem impacto no resultado líquido do Renault Group.

Os impostos correntes e diferidos representaram uma despesa de -279 milhões, contra uma despesa de
-324 milhões de euros no 1º semestre de 2025. A alíquota efetiva é de 28%.

Consequentemente, o resultado líquido ficou em 721 milhões de euros no 1º semestre de 2026. O resultado líquido de participação do Grupo ficou em 705 milhões de euros (para 2,39 euros por ação).

A capacidade de autofinanciamento da Divisão Automotiva atingiu 2.239 milhões de euros no
1º semestre de 2026. Este montante inclui 250 milhões de euros de dividendos da Mobilize Financial Services (contra 150 milhões de euros no 1º semestre de 2025).

Com exceção do impacto das cessões de ativos e incluindo gastos totais dos fornecedores com novos programas para 167 milhões de euros, o montante de CAPEX e P&D líquidos do Grupo atingiu 1.610 milhões de euros, para 5,3% do faturamento, contra 1.963 milhões de euros e 7,1% no 1º semestre de 2025. A evolução desta proporção é explicada principalmente pelos pagamentos realizados por empresas parceiras, para aproximadamente 300 milhões de euros, e pelo aumento do faturamento. As cessões de ativos representaram 47 milhões de euros, contra 42 milhões de euros no 1º semestre de 2025. O nível líquido de CAPEX e R&D do Grupo totalizou 5,2% do faturamento, incluindo as cessões de ativos.

O fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva[11] atingiu 653 milhões de euros. Este número inclui despesas de reestruturação de -200 milhões de euros e uma variação negativa das necessidades em capital de giro de -226 milhões de euros. Esta última inclui aproximadamente 300 milhões de pagamentos mencionados anteriormente, realizados por empresas parceiras.

Em 30 de junho de 2026, a posição financeira líquida da Divisão Automotiva atingiu 6.570 milhões de euros, contra 7.335 milhões[12] de euros em 31 de dezembro de 2025. Além da geração de fluxo de caixa livre, esta evolução é explicada principalmente pelos dividendos pagos aos acionistas, de -655 milhões de euros, e os investimentos financeiros líquidos à altura de -605 milhões de euros. Estes últimos estão principalmente associados ao impacto da consolidação por integração global da empresa Flexis (aquisição das ações e empréstimos).

A reserva de liquidez da Divisão Automotiva no fechamento de junho de 2026 estava em um nível elevado de 17,7 bilhões de euros.

Perspectivas financeiras (guidance) para 2026

Em um cenário difícil, o Renault Group confirma suas perspectivas financeiras (guidance) para o ano de 2026:

Margem operacional do Grupo de aproximadamente 5,5% do faturamento do Grupo.
Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva de aproximadamente 1,0 bilhão de euros.

Resultados consolidados do Renault Group



Em milhões de euros

S1 2025

S1 2026

Variação

Faturamento Grupo

27.640

30,252

+9,5%

Marge operacional

1.653

1,567

-86

Em % do faturamento

6,0%

5.2%

0.8 ponto

Outros produtos e despesas operacionais1

-10.057

-441

+9,616

Resultado operacional

-8.404

1,126

+9,530

Resultado financeiro

-93

-126

-33

Participação no resultado das empresas associadas1

-2.322

0

+2,322

Impostos correntes e diferidos

-324

-279

+45

Resultado líquido

-11.143

721

+11,864

Resultado net, participação do Grupo

-11.185

705

+11,890

Resultado net, participação do Grupo, ajustado com os impactos da Nissan1

461

705

+244

Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva 2, 3

-62

653

+715

Posição líquida financeira da Divisão Automotiva3

7.335

Em 31/dez./2025

6,570
Em 30/jun./2026

-765


































(1) S1 2025: -2.331 milhões de euros de contribuição negativa da Nissan nas empresas associadas e -9.315 milhões de euros de perdas associadas à evolução do tratamento contábil da participação na Nissan nos outros produtos e despesas operacionais: contabilizada pelo método de equivalência patrimonial até 30 de junho de 2025, a participação de Renault Group na Nissan passou a constituir um ativo financeiro avaliado pelo justo valor no patrimônio líquido.

Desde 30 de junho de 2025, qualquer variação do justo valor da participação na Nissan, calculada com base na cotação em bolsa da Nissan, é diretamente contabilizada no patrimônio líquido, sem impacto no resultado líquido do Renault Group.

(2) Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva: capacidade de autofinanciamento após juros e impostos pagos (exceto dividendos recebidos das empresas cotadas em bolsa) menos os investimentos tangíveis e intangíveis líquidos das cessões e +/- a variação das necessidades em capital de giro.

(3) O fluxo de caixa livre do 1º semestre de 2025 foi ajustado para integrar as atividades de Mobilidade, bem como levar em conta os fluxos relativos aos principais litígios não correntes e que apresentam certa anterioridade, que haviam sido neutralizados no 1º semestre de 2025

Informações complementares

As demonstrações resumidas do resultado consolidado semestral do Grupo em 30 de junho de 2026 foram examinadas pelo Conselho de Administração em 29 de julho de 2026.

Os auditores do Grupo realizaram os procedimentos de análise limitada destas demonstrações semestrais e o relatório de auditoria sem ressalvas já foi publicado.

O relatório financeiro com a análise completa dos resultados financeiros do 1º semestre de 2026 está disponível em http://www.renaultgroup.com na seção “Investors”.

Coletiva de imprensa dos resultados financeiros do 1º semestre de 2026

Link para assistir a coletiva de imprensa (em inglês) em 30 de julho de 2026 a partir de 3h (horário de Brasília), disponível posteriormente em replay: https://www.it-events-live.com/streaming...omColetiva de Imprensa S1 2026

Sobre o Renault Group

O Renault Group está na vanguarda de uma mobilidade que está se reinventando. O Grupo se baseia na complementariedade de suas três marcas automotivas – Renault, Dacia, Alpine – e sua financeira cativa – Mobilize Financial Services –, para oferecer soluções de mobilidade inovadoras e sustentáveis aos seus clientes. Presente em mais de 100 países, o Renault Group vendeu 2.337 milhões de veículos em 2025. O grupo emprega mais de 100 mil colaboradores, que encarnam seu Propósito no dia a dia, para que a mobilidade aproxime as pessoas.

Preparado para enfrentar desafios tanto nas ruas como nas competições, o Grupo tem um compromisso com uma transformação ambiciosa de geração de valor. Este compromisso tem como foco o desenvolvimento de tecnologias e serviços inéditos, além de uma nova gama de veículos ainda mais competitiva, equilibrada e eletrificada. Alinhada com os desafios ambientais, a ambição do Renault Group é atingir a neutralidade de carbono na Europa até 2040 e no mundo até 2050.

Saiba mais: https://www.renaultgroup.com/fr/





[1] Para alisar a variação do faturamento consolidado com taxas de câmbio constantes, o Renault Group recalcula o faturamento do exercício corrente aplicando a média das taxas de câmbio do período anterior.

[2] Ver a definição de fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva na página 7.

[3] Escopo Europa ACEA.

[4] Veículos de passeio e veículos comerciais leves.

[5] VE, HEV e PHEV (Híbridos plug-in ou híbridos recarregáveis), veículos de passeio na Europa, com exceção de híbridos leves (MHEV).

[6] Escopo Europa ACEA.

[7] HEV e PHEV (Híbridos plug-in ou híbridos recarregáveis), veículos de passeio na Europa, com exceção de Híbrido leve (MHEV).

[8] Exceto Europa

[9] Veículos de passeio e veículos comerciais

[10] Para analisar a variação do faturamento consolidado com taxas de câmbio constantes, o Renault Group recalcula o faturamento do exercício corrente aplicando a média das taxas de câmbio do período anterior.

[11] Ver a definição completa de fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva na página 7.

[1] Os dados relativos ao exercício 2025 foram ajustados após a transferência das atividades do setor operacional “Serviços de Mobilidade” para o setor operacional “Divisão Automotiva”.

Administrador/Fundador do Logan Clube do Brasil
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